PICOLINATO DE CROMO

O Picolinato de Cromo é uma forma orgânica e completamente biodisponível do mineral cromo, apresentando uma atividade média de 120 mg de cromo para cada grama do composto.

O cromo é considerado um mineral essencial ao organismo, porém, como os processos de refino industrial costumam remover esse nutriente dos alimentos, sua suplementação é frequentemente recomendada para suprir carências nutricionais. Esta substância é amplamente utilizada no tratamento de condições como obesidade, diabetes, colesterol elevado e no combate ao envelhecimento, sendo também altamente recomendada para praticantes de exercícios físicos.

No corpo humano, o cromo encontra-se distribuído principalmente nos cabelos, baço e rins, embora também esteja presente em concentrações menores no coração, pulmão, pâncreas e cérebro. Ele atua como um componente vital do Fator de Tolerância à Glicose (GTF), uma substância que trabalha em conjunto com a insulina para facilitar a entrada de glicose nas células.

Além de sua função no metabolismo da glicose, o cromo ativa diversas enzimas envolvidas na síntese de proteínas e participa da biossíntese e do aproveitamento da insulina pelas células. Por ser um suplemento alimentar seguro e eficaz, com respaldo em inúmeros trabalhos científicos, o Picolinato de Cromo estabeleceu-se como uma ferramenta terapêutica importante para diversos distúrbios endógenos e metabólicos.

PERGUNTAS FREQUENTES

Indicações
  • Controle da Glicose: Melhora a sensibilidade à insulina, ajudando a regular os níveis de açúcar no sangue.
  • Redução da Compulsão: Ajuda a controlar a vontade de comer doces e carboidratos.
  • Emagrecimento e Definição: Auxilia na queima de gordura e ganho de massa muscular, sendo usado em dietas de emagrecimento
  • Metabolismo de Lipídios: Auxilia na redução do colesterol "ruim" (LDL) e no aumento do "bom" (HDL).
  • Síndrome do Ovário Policístico (SOP): Pode ser usado para melhorar o perfil metabólico nesses casos
Benefícios
  • Controle Glicêmico: Regula os níveis de açúcar no sangue e melhora a sensibilidade à insulina.
  • Composição Corporal: Estimula a termogênese e o aumento da massa muscular.
  • Saúde Cardiovascular: Reduz o "mau colesterol" (LDL) e gorduras totais no organismo.
  • Fator de Tolerância à Glicose (GTF): É um componente essencial desta substância que facilita a entrada de glicose nas células.
Mecanismo de Ação

O mecanismo de ação do Picolinato de Cromo baseia-se, primordialmente, na sua capacidade de potencializar a ação da insulina, tornando-se um elemento fundamental para a manutenção da função adequada deste hormônio no organismo. Embora o processo exato ainda não esteja totalmente esclarecido na literatura científica, acredita-se que o mineral atue aumentando a fluidez da membrana celular, o que facilita tanto a ligação da insulina com o seu receptor quanto a sua posterior internalização.

Dessa forma, o cromo participa ativamente da biossíntese da insulina e do seu aproveitamento pelas células durante o transporte da glicose, agindo como um componente do Fator de Tolerância à Glicose (GTF). Durante a prática de exercícios físicos, o mineral é mobilizado de seus estoques orgânicos para otimizar a captação de glicose pela célula muscular, processo que é acentuado pela presença da própria insulina. Além do metabolismo de carboidratos, o cromo ativa enzimas envolvidas na síntese de proteínas e influencia o metabolismo lipídico, auxiliando no aumento das lipoproteínas de alta densidade (HDL) e na redução do colesterol total e das lipoproteínas de baixa densidade (LDL e VLDL) em indivíduos que apresentam valores inicialmente elevados.

Posologia
  • Manutenção do balanço adequado: 50 a 290 mcg diários de cromo elementar.
  • Atletas e dietas deficientes: 200 a 600 mcg de cromo por dia.
  • Distúrbios de colesterol/triglicérides: 100 mcg de cromo, duas vezes ao dia, durante 6 semanas.
Contraindicação

O documento classifica o Picolinato de Cromo como um suplemento seguro e eficaz, mas não lista contraindicações específicas. (Geralmente, grávidas e lactantes devem consultar um médico)

Interações Medicamentosas

Não foram detalhadas interações medicamentosas específicas no texto fornecido.

Referências Bibliográficas

1. The Merck Index: Editora Merck & Co, INC 12aedição, 1996, Pág. 375.
2. A Revolução dos Nutrientes:José Gilberto Peres de Moura, 2a edição. Págs. 86-7
3.http://altmedicine.about.com/od/herbsupplementguide/a/chromiumsideeff.htm.
Consultado em 31/01/2012.
4. MOURA, J.G.P. Nutrientes e Terapêutica. Pelotas/RS: Visão Artes Gráficas, 2a Ed. 2009.
5. SWEETMAN, S.C; et al; MARTINDALE – Guia Completo de Consulta farmacoterapeutica.
Barcelona. 2a Ed. 2005.
6. OLIVEIRA, J.E.D; MARCHINI, J.S. Ciências Nutricionais. São Paulo: Sarvier, 1998.

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