Echinácea Purpúrea
ECHINÁCEA PURPÚREA
A Echinacea purpúrea é uma planta nativa da América do Norte utilizada para fins terapêuticos. Ela pertence à família das Asteracae ou Compositae e faz parte de um grupo de plantas conhecidas como pratenses (também chamadas de gramíneas), silvestres e perenes.
Atualmente, é um dos fitoterápicos mais estudados quanto às suas propriedades farmacológicas. O ativo é apresentado na forma de extrato seco, padronizado com 4% de princípios ativos para garantir sua eficácia terapêutica.
Composição e Interesse Científico
O interesse na planta deve-se principalmente aos seus compostos bioativos, que incluem:
Polissacarídeos: Responsáveis por grande parte da ação estimulante das células de defesa.
Alquilamidas e Derivados do Ácido Cafeico: Atuam como estimulantes adicionais da fagocitose, essenciais para a destruição de patógenos.
Equinacosídeo e Ácido Chicórico: Substâncias que conferem proteção ao colágeno e inibem enzimas que propagam infecções
PERGUNTAS FREQUENTES
- Prevenção e coadjuvante no tratamento de infecções respiratórias virais (gripes e resfriados).
- Candidíase vaginal de repetição.
- Feridas infectadas e infecções cutâneas por microrganismos comuns.
- Herpes (vírus 1 e 2)
- Outras desordens do sistema imune
- Fortalecimento comprovado do sistema imunológico in vitro e in vivo.
- Redução da inflamação (efeito similar à indometacina em modelos de edema).
- Estímulo à cicatrização e síntese de substâncias da matriz do tecido conjuntivo.
- Proteção contra infecções e ação anticarcinogênica documentada.
- Auxílio no controle lipídico devido à presença de inulina
O mecanismo de ação da planta é multifacetado: sua fração de polissacarídeos atua estimulando os macrófagos e ligando-se aos receptores dos linfócitos T, o que gera a produção de interferons e citocinas. Esse processo resulta no aumento da replicação das células de defesa e do número de neutrófilos circulantes, fortalecendo a resposta imune contra invasores. Além disso, a presença de alquilamidas e derivados do ácido cafeico potencializa a capacidade fagocítica do organismo, auxiliando na destruição direta de fungos e bactérias.
A Echinacea também exerce uma importante função anti-inflamatória ao inibir as enzimas ciclooxigenase e lipooxigenase, reduzindo a síntese de prostaglandinas. Outro diferencial relevante é a sua capacidade de proteger a matriz do tecido conjuntivo através da inibição da hialuronidase uma enzima utilizada por microrganismos para disseminar infecções , o que explica sua eficácia no tratamento de feridas, úlceras cutâneas e infecções por bactérias gram-positivas
Via Oral: Recomenda-se a administração de 200 mg do extrato seco a 4%, até três vezes ao dia.
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Pessoas com hipersensibilidade aos componentes , pacientes com doenças autoimunes (pode agravar a condição) , portadores de AIDS (pode aumentar a replicação do vírus HIV) , tuberculose , gravidez e amamentação
Pode causar um estímulo generalizado das funções imunológicas, ela pode interferir negativamente em condições de saúde específicas (como doenças autoimunes e AIDS), sugerindo cuidado com terapias que visam o controle dessas patologias.
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