Dicas de Saúde
Enxaqueca não é “só uma dor de cabeça”: Entenda os sinais e como se cuidar
Quem convive com a enxaqueca sabe: não é apenas uma dorzinha incômoda. É uma condição neurológica que para a rotina, apaga as luzes e exige silêncio. Aqui na Curante, em nossos 23 anos de tradição em Brasília, recebemos muitos clientes que buscam não apenas um remédio, mas uma forma de voltar a viver sem o medo da próxima crise.
Como identificar? Os sintomas além da dor
Notícias recentes no campo da saúde mostram que a enxaqueca é hoje uma das maiores causas de incapacidade no mundo. Mas como saber se o que você sente é enxaqueca ou uma cefaleia comum?
Fique atento a estes sinais:
- Dor pulsante: Geralmente em apenas um lado da cabeça.
- Sensibilidade extrema: Luz (fotofobia), sons (fonofobia) e até cheiros tornam-se insuportáveis.
- Aura: Algumas pessoas veem pontos brilhantes ou sofrem formigamentos antes da dor começar.
- Sintomas digestivos: Náuseas e vômitos são muito comuns durante as crises.
Novidades no Radar: O que a ciência diz?
Estudos recentes apontam que o estilo de vida moderno — excesso de telas, sono irregular e alimentação ultraprocessada — tem sido o principal gatilho para o aumento das crises. A boa notícia é que o tratamento está cada vez mais focado na prevenção e não apenas em “apagar o incêndio” quando a dor chega.
O papel da Farmácia de Manipulação
A grande vantagem da manipulação para quem sofre de enxaqueca é a personalização. Muitas vezes, o corpo precisa de suporte nutricional e fitoterápico para reduzir a frequência das crises.
Em nosso acervo técnico na Curante, trabalhamos com ativos que auxiliam no equilíbrio do sistema nervoso, como:
- Magnésio (em formas altamente absorvíveis): Ajuda no relaxamento vascular e muscular.
- Coenzima Q10 e Riboflavina (Vit. B2): Auxiliam na produção de energia das células, reduzindo a hipersensibilidade cerebral.
- Fitoterápicos específicos: Ativos naturais que ajudam no controle do estresse e do sono, dois grandes vilões da enxaqueca.
Aviso Importante: Nenhuma informação substitui a consulta médica. Antes de iniciar o uso de qualquer ativo, mesmo que natural, consulte seu médico ou neurologista. Cada organismo é único e a automedicação pode mascarar problemas mais sérios.